Motel II...
Continuação... 
4) Engraçado, a gente vai pro motel, melhor, pra um QUARTO de motel, mas tem sempre vontade de brincar no banheiro, em cima da pia, no chuveiro, na banheira... hummmm , na banheira é legal! Brincar na banheira é bom, mas molha o chão todo! E nada é mais ridículo do que escorregar pelado no chão molhado! (Se bem que ser sugado (ui!) pela hidromassagem também é bem ridículo... mas não, nada se compara àquele meu balé nu! Parecia um boneco de Olinda no holiday on ice... )
5) Ainda no banheiro (às vezes eu acho que eu mereço certas coisas!), quem além de mim usa bidê?! É... e quem além de mim usa bidê NO MOTEL?! Ninguém, né?! Bom, mas o bidê tem uma coisa me instiga: a complexidade daquele dispositivo me impressiona, bicha! Três torneiras para uma chuca?! Eu hein! 
'Tá, depois de fazer um download, vou fazer a chuca a jato, né?! Sentei lá, linda e loira, e abri uma das torneiras. Nada... abri a outra e nada! Abri mais um pouco a primeira. Senti um vapor vindo de baixo, mas nada demais... viado, quando eu abri a terceira torneira , foi praticamente como se eu tivesse me sentado sobre um gêiser! PQP! Foi aquele jato escaldante bater no meu edi e eu voar e quase grudar no teto, bicha! O ó! Ninguém merece! (NÚ! Agora eu entendo a expressão “gato escaldado”! Rarará... a modesta!)
6) Entrada de motel por si só já é algo sui generis... agora imagine a cara das tias ao se depararem com as torres gêmeas entrando no motel!? É algo meio assim Discovery Channel ao vivo: “O Acasalamento das Girafas Urbanas”. Ok, ok, a gente já está acostumado a passar por esse vexame mesmo, mas as tias poderiam colaborar e encurtar os diálogos pré-coito! No último fim de semana chegamos nós, lindas e loiras, no motel. Depois de argüir a tia sobre preços e condições (como boa – e põe boa nisso! – Rarará... a modesta! – economista e pão duro que sou! ), tenho que me sujeitar à seguinte pergunta da tia com cara de desconfiança:
- Não tem nenhuma mulher no porta-malas não, né?!
( Liiiiiiiinda, joguei o cabelo e respondi sem piscar:)
- Não! Eu DETESTO mulher!
(A tia segurou o riso... e eu lá, impassível Mas ela continuou: se abaixou e, olhando pro Gatão, perguntou:)
- Ele é de maior, né?!
( Ahhhhhhhhhh... meu cu! Euzinha debochando:)
- Ô! Se é!
(Ao que o Gatão arrebatou :)
- No tamanho e na idade!
(E continuei fazendo cara de tesão :)
- Ele tem 1,94! 
E foi aí ela se rendeu... eu hein, te conheço!? Cada uma que eu passo... ahhhhhhhh ! Outro! Tchau!
Chupão,
SSNNG
Escrito por Roger Delíci@ às 13h51
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Motel I
“Motel” vem do inglês e é a forma aglutinada de MO-tor e ho-TEL. ‘Tá, linda, mas vamos deixar a etimologia de lado!
Ai, ai, nesses dias sem inspiração, longe de casa, pensando no meu gato, não sei porque isso me veio à cabeça ('tá boa...) e lembrei de algumas historinhas:
1) A noite foi tudo de bom! Mas é hora de ir embora. E lá vamos nós! Entramos no Jack, eu, menina mulher, linda e larga, coloco a chave na ignição, olho para o gato, jogo o cabelo, sorrio , viro a chave e nada! NADA, viado! O motor só geme baixinho “rum rum rum”! E meu sorriso Colgate Tripla Ação desvanece. O gato continua a me olhar. Num esforço hercúleo retomo o sorriso e tento de novo. Rum rum rum rum... PQP! Na cabeça a cena: os dois saindo do motel no carro sendo rebocado... NÃO! POR FAVOR, NÃO! E o gato: “o que foi?”! E eu, puxando nervosa uma mecha do muco e com uma voz mais sumida do que a de um traqueostomizado: “Er... acho que vai ter de empurrar...” bom, resumindo, alguém já teve dar um tranco no carro para poder sair do motel?! Pois é, eu já (mas nada como um bofe forte pra resolver o problema, né, Gatão?! Ufa!);
2) Falando do Jack, ele já é conhecido da tia das tias da recepção do motel perto de casa. Elas devem saber a placa de cor. A gente chega e a recepcionista diz quais os apartamentos vagos no momento pra gente escolher (do tipo: vocês já conhecem todos mesmo!). Só falta ela falar “Oi, Roger! Oi, Gatão! E aí? Como 'tá a mamãe? Vovó?!”... hunf!
Com essa história de passar dias longe de casa, em Fortaleza, quando eu volto, o gelo do frigobar do motel tem sido pouco, meu amor! Delícia! Noutro dia, saciada a libido, consumado o ato e dominados pelo cansaço: 11 de setembro! (torta de chocolate?! Não, explico: 11/09 = as torres gêmeas desabam!) E com isso a gente perde o café-da-manhã. Tudo bem, mas na hora de pagar o tiozinho comenta com o Gatão: “Puxa, estranhei hoje. Vocês não pediram o café!” e depois, no outro dia: “Ah, hoje vocês acordaram a tempo!” Hello?! Como assim, Bial?! 
É isso que dá se tornar habitué do motel perto de casa. Qualquer dia desses a tiazinha liga pro quarto pra avisar que minha mãe mandou pedir pra eu levar o pão quando voltar pra casa! Ai, ai... 
3) Ainda nessa de saudade, tesão, loucuras, as coisas iam acontecendo, tudo muito bom, tudo muito bem, mas não estavam encaixando! Levanta a perna, força daqui, força dali, cospe, abaixa um pouco, tenta de um lado, tenta do outro, o cuspe não resolve... cadê o gelzinho?! Abençoado seja o gel! É, desde que não seja gel dental sabor tutti frutti, né Gatão?! (ahhhhhhhh! Refrescante ! Liiinda... rarará...)
Continua 
Escrito por Roger Delíci@ às 17h24
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